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Identidade Cristã na Contemporaneidade: movimento, serviço e alegria

Postada por: FELIPE SILVA
Cadastrada em: 12/06/2018 15:44:43

Foi na edição 2018 da Jornada Universitária Católica que os participantes viveram formação sobre a Identidade Cristã na Contemporaneidade. Quem conduziu o momento foi a professora Adriana Ferro. Aproveitamos a oportunidade e também conversamos com ela. O objetivo era conquistar Bons Conselhos de como nos caracterizarmos melhor como seguidores de Cristo.

“A caracterização toma por base as palavras do próprio Papa Francisco. Ser cristão é estar em movimento, a serviço do outro e ser sempre alegre. Não posso ser cristão parado e sozinho. Eu tenho que ser cristão saindo de mim para o outro. Vive em um mundo hedonista, que se foca no prazer pessoal. Como cristão eu tenho que focar o bem estar do outro”, afirma.

De acordo com a professora, mesmo em contexto de sofrimento e nas adversidades, o mundo deve reconhecer nos cristãos seres felizes. A concepção vinda do Vaticano é de que somos alegres e que a alegria é um dom que vem de Deus.

“Se a gente pedir, o Senhor concede. Por isso que ser seguidor de Jesus é ser face de Cristo.  Muitas vezes encontramos uma certa dificuldade de, no mundo, no nosso trabalho, no nosso estudo, ser face de Cristo. A gente encontra dificuldade de falar de Deus, mas a gente precisar testemunhar”, revela Adriana Ferro.

O assunto se faz oportuno no ano que vivemos: o Ano do Laicato no Brasil. É neste período em que a Igreja vê a oportunidade de despertar o povo de Deus para o papel do leigo na nossa Igreja. Este é o momento ideal para que se quebre a dependência dos ministros ordenados e que se assuma a missão de evangelizar.

“Muita vezes a gente espera só dos ministros ordenados, mas a igreja do movimento, do pé no chão, é construída pelos leigos. Os nossos ministros estão aí para nos orientar, mas o fazer social da igreja é papel do leigo. Mas para que isso seja possível é necessário não esquecer da oração. Ela é nosso grande sustentáculo. É ter um pé no céu e outro na terra”, conta.

Por Lívio Galeno